LeanOps
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Diagnóstico de operação e frete

Entre o pedido e a entrega, tem dinheiro parado. Eu mostro onde.

Na maioria das operações, boa parte do tempo é espera: pedido aguardando separação, carga pronta aguardando caminhão, caminhão aguardando doca. Ninguém está trabalhando nessas horas — mas você está pagando por elas. Eu meço quanto isso custa por mês, do galpão até a porta do cliente, e mostro o que dá para recuperar.

Sem instalar sistema nenhum. A primeira leitura sai das planilhas e notas que você já tem hoje.

O dia da sua entrega, hoje Exemplo de operação
Pedido Separação Carga Entrega
3h
8h parado
3h
10h parado
3h
12h parado
3h
Alguém trabalhando Carga parada esperando
12h
Trabalhando
30h
Paradas
42h
Do pedido à porta

Esse tempo total entre o cliente pedir e a mercadoria chegar tem nome: lead time. Encurtar as 30 horas de espera é o que faz o caminhão render mais viagens com a mesma frota.

De onde vem o método

O método nasceu na Toyota. Foi testado em linha de produção na Unilever e na Kraft Heinz, e em entrega de larga escala no Mercado Livre. Agora ele cabe no tamanho e no orçamento da sua operação.

Toyota
Onde nasceu a ideia de olhar para o tempo parado como desperdício, e não como normal.
Unilever · Kraft Heinz
Onde apliquei em linha de produção: equilibrar ritmo e reduzir o tempo de troca entre produtos.
Mercado Livre
Onde apliquei em entrega: movimentação dentro do galpão e caminhão saindo mais cheio.
Sua operação
O mesmo raciocínio, no tamanho de uma empresa que tem frota própria e não tem time de melhoria.
Três sinais

Você provavelmente já desconfia de um deles

Nenhum aparece no balanço com nome próprio. Todos aparecem na conta do combustível, na hora extra e no cliente que liga perguntando onde está o pedido.

01

Caminhão rodando meio vazio

Boa parte das viagens sai com espaço sobrando, e ninguém sabe dizer quanto isso custa por mês. Cada viagem a mais é combustível, motorista e pedágio pagos duas vezes pelo mesmo serviço.

02

Ninguém sabe onde o tempo se perde

Todo mundo concorda que o pedido demora, mas se você perguntar em qual etapa ele fica parado, cada pessoa aponta uma diferente. Sem o número, a discussão nunca termina.

03

A rota é decidida no feeling

Quem monta a rota é quem está lá há mais tempo, e monta de cabeça. Funciona — até o dia em que essa pessoa sai de férias, ou o volume dobra.

Onde o dinheiro some

O espaço vazio no caminhão é a conta mais cara e a mais fácil de esconder

Um caminhão que sai 60% cheio custa quase o mesmo de um que sai 85% cheio: mesmo motorista, mesmo diesel, mesmo pedágio. A diferença é que um faz o trabalho de dois.

Como costuma sair hoje60% ocupado
18 viagens / semanaPara entregar o mesmo volume
Depois de reorganizar a carga85% ocupado
13 viagens / semanaCinco viagens a menos, mesma frota

Exemplo ilustrativo. O ganho real da sua operação sai da conta feita com os seus números — é exatamente isso que o diagnóstico entrega.

O que dá para melhorar

Não é só a rota. É tudo que acontece antes dela.

A rota é a parte visível, mas quase sempre o maior desperdício está dentro do galpão — no tempo que a mercadoria leva para ser separada, conferida, carregada e liberada. É aí que o Lean Manufacturing entra, e é a parte do trabalho que a maioria das consultorias de logística nem toca.

Separação

O separador anda quilômetros por dia porque o produto que mais sai está no fundo do corredor. Reorganizar o endereçamento e a ordem de coleta corta esse caminho sem obra nenhuma e sem contratar ninguém.

Menos tempo por pedido

Conferência e processamento

A mesma caixa é conferida duas ou três vezes por pessoas diferentes, porque ninguém confia na etapa anterior. Conferir uma vez, no ponto certo, é mais rápido e erra menos.

Menos retrabalho

Carregamento

Carregar na ordem inversa da entrega parece detalhe, mas é o que impede o motorista de remexer a carga inteira na primeira parada. Carga bem montada também é caminhão que sai mais cheio.

Caminhão sai mais rápido e mais cheio

Descarregamento e recebimento

Caminhão parado na doca esperando alguém liberar é dinheiro queimando de dois lados. Organizar janelas de recebimento e preparar a doca antes resolve boa parte disso.

Menos fila na doca

Expedição e documentação

Nota emitida só depois que o caminhão está carregado é meia hora de motorista parado, todo dia, por veículo. Antecipar a emissão devolve esse tempo para a rota.

Saída mais cedo

Rota e entrega

A ordem das paradas, o agrupamento por região e a quantidade de viagens por veículo. É a etapa mais conhecida — e normalmente não é a que tem o maior ganho escondido.

Menos quilômetro por entrega

Tudo isso é Lean Manufacturing aplicado ao seu galpão

É a mesma caixa de ferramentas que usei em linha de produção na Unilever e na Kraft Heinz, e na operação de entregas do Mercado Livre. A diferença é que aqui ela vem no tamanho de quem tem um galpão, alguns caminhões e nenhum time de melhoria contínua para chamar de seu.

Como funciona

Três passos, não um projeto de meses

O objetivo é te dar clareza rápida sobre onde está o problema — antes de você decidir investir em qualquer coisa maior.

01

Desenho o caminho do pedido

Junto os dados de pedido, separação, carregamento e entrega e desenho o trajeto completo do jeito que ele acontece de verdade — não do jeito que o manual diz.

02

Meço quanto tempo cada etapa leva

Separo o tempo em que alguém está de fato trabalhando do tempo em que a carga só está esperando. É aí que aparece o desperdício que ninguém enxerga na rotina.

03

Entrego um plano com valor em reais

Uma lista curta de mudanças em ordem de prioridade, cada uma com a estimativa de quanto economiza por mês. Você decide o que fazer primeiro.

O que muda na prática: a mesma entrega, menos quilômetro Mesmas 12 paradas
Rota montada de cabeça
148 kmpor dia de entrega
Rota planejada com os dados
96 kmas mesmas entregas

O quadrado azul é o galpão; os pontos são os clientes. Não mudou nenhuma entrega — mudou só a ordem. Menos quilômetro é menos diesel, menos hora extra e menos desgaste de veículo, todo dia.

O método

Três palavras que valem a pena conhecer

Você vai ouvir esses termos de qualquer consultor da área. Aqui está o que eles querem dizer, sem enrolação — e é só isso que você precisa saber.

O que faço não é uma metodologia nova. É o mesmo raciocínio que a Toyota criou nos anos 50 e que a indústria usa até hoje, aplicado à realidade de quem tem alguns caminhões e nenhum time de melhoria contínua para chamar de seu.

TPS — Sistema Toyota de Produção

A forma de trabalhar criada pela Toyota, que virou referência mundial. A ideia central é simples: tudo que não está transformando ou movendo o produto para o cliente é desperdício, e desperdício pode ser eliminado.

Lean · Lean Manufacturing

É o nome que o mundo deu ao Sistema Toyota quando ele saiu da Toyota. "Enxuto", em português. Aplicado à fábrica e ao galpão chama-se Lean Manufacturing: é o que reduz o tempo de separação, conferência, carregamento e descarregamento. Foi o que eu apliquei na Unilever, na Kraft Heinz e no Mercado Livre. Lean mais Ops, de operações, é de onde vem o nome LeanOps.

Lead Time

O tempo total entre o cliente fazer o pedido e a mercadoria chegar na mão dele. Não é o tempo de viagem: inclui toda a espera no meio do caminho. É o número que a maioria das empresas nunca mediu, e o que eu meço primeiro.

Mapa do caminho do pedido (VSM)

O desenho de todas as etapas entre o pedido e a entrega, com o tempo de cada uma. É a ferramenta que transforma "acho que demora na separação" em um número que ninguém discute.

Para quem é

Empresas que entregam com caminhão próprio

Se a sua empresa carrega, roteiriza e entrega — e o custo disso vem crescendo mais rápido que o faturamento — o diagnóstico se aplica.

Distribuidoras e atacadistas

Quem entrega para mercados, padarias, farmácias ou bares e tem frota própria ou agregada.

Transportadoras

Empresas que fazem a entrega para outras e vivem espremidas entre o preço do frete e o custo do diesel.

Indústrias que entregam direto

Fábricas de pequeno e médio porte que despacham do próprio galpão para o cliente final.

Varejo com entrega própria

Lojas de material de construção, móveis, bebidas ou hortifrúti que levam a mercadoria até a casa do cliente.

Faça a conta em 20 segundos

Quanto o espaço vazio pode estar custando por ano

Três informações que você sabe de cabeça. A conta é conservadora e não substitui o diagnóstico — mas dá a ordem de grandeza do que está em jogo.

Quantas entregas a sua frota faz em um mês típico.
Diesel, motorista, pedágio e manutenção divididos pelo número de entregas. Se não souber, deixe o valor sugerido.
Chute honesto. A maioria das operações que nunca mediu fica entre 55% e 70%.
60%
Perda estimada por ano
R$ 47.424
Só com o espaço que sai vazio no caminhão.
R$ 3.952
por mês
R$ 30.400
gasto mensal em entrega
75%
ocupação alcançável
Descobrir o número real da minha operação

Conta de guardanapo: assume que dá para ganhar 15 pontos de ocupação (com teto em 85%) e que cerca de 65% do custo de entrega varia com o número de viagens. O número real da sua operação sai do diagnóstico, com os seus dados.

Como contratar

Comece de graça. Avance só se fizer sentido.

Ninguém precisa assinar nada para começar. O primeiro passo é uma conversa de 45 minutos em que eu já mostro números da sua operação — e você decide se quer ir adiante.

Passo 1 · sem custo

Raio-X da Operação

Uma conversa de 45 minutos que já entrega alguma coisa.

Grátis45 minutos, por videochamada
  • Você me manda um mês de dados de entrega antes da conversa
  • Eu faço uma leitura rápida e levo 3 números que você provavelmente não tem
  • Saímos com uma ideia clara de onde está a maior perda
  • Não é reunião de vendas: se não fizer sentido continuar, eu digo
Agendar o Raio-X
Passo 2 · avulso

Diagnóstico completo

Para quem quer o mapa inteiro e decide sozinho o que fazer com ele.

R$ 2.900uma vez · entrega em até 3 semanas
  • Mapa completo do caminho do pedido até a entrega
  • Medição de quanto tempo cada etapa consome, e onde a carga fica parada
  • Relatório com as oportunidades em ordem de prioridade e o ganho estimado em R$ por mês
  • Reunião de apresentação dos resultados
  • Acordo de confidencialidade assinado antes de qualquer dado sair da sua empresa
Contratar o diagnóstico

Garantia: 3× o que você pagou, ou o dinheiro de volta

Se o relatório do diagnóstico não apontar oportunidades que somem pelo menos três vezes o valor investido em ganho ao longo de um ano, eu devolvo o que você pagou. Quem faz a análise é quem conversa com você — sem equipe júnior, sem intermediário.

Quem faz

Você vai falar comigo do começo ao fim

WP

Willian Pimentel

Engenharia de processos · melhoria contínua

Passei os últimos anos fazendo exatamente isso dentro de operações grandes: encontrar onde o tempo e o dinheiro se perdem, e fazer a mudança acontecer. Em linha de produção na Unilever e na Kraft Heinz, equilibrando o ritmo das máquinas e reduzindo o tempo de troca entre produtos. Em entrega de larga escala no Mercado Livre, na movimentação dentro do galpão e em fazer o caminhão sair mais cheio.

Criei a LeanOps porque esse tipo de ganho não deveria ser privilégio de empresa grande. A conta que uma multinacional faz com um time inteiro, uma distribuidora com oito caminhões consegue fazer também — só precisa de alguém que já fez antes para mostrar por onde começar.

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Dúvidas frequentes

Antes de você perguntar

Em uma frase, o que você faz?
Eu descubro em qual etapa a sua entrega perde tempo e dinheiro, coloco um valor em reais nisso, e mostro o que mudar para recuperar parte dele.
O Raio-X é grátis mesmo? Qual a pegadinha?
É grátis e não tem pegadinha. São 45 minutos em que eu levo três números da sua operação que você provavelmente não tem hoje. Faço isso porque é a forma mais honesta de você avaliar se vale contratar: em vez de eu prometer resultado, você vê uma amostra do trabalho antes de decidir. Se eu achar que não tenho o que agregar, eu digo na hora.
Você mexe só na rota?
Não, e essa é a parte que mais surpreende quem me procura. A rota é a ponta visível, mas o maior ganho costuma estar dentro do galpão: tempo de separação, conferência repetida, carregamento fora de ordem, caminhão parado na doca esperando liberação, nota emitida tarde demais. Tudo isso é Lean Manufacturing aplicado à operação, e entra no mesmo diagnóstico.
Preciso ter algum sistema instalado?
Não. As planilhas de frete, as notas fiscais e o relatório de entregas que a empresa já usa no dia a dia bastam para a primeira leitura. Se você tiver um sistema de gestão ou de roteirização, melhor ainda — mas não é requisito, e eu não vou te vender software nenhum.
Meus dados ficam em segurança?
Sim. Um acordo de confidencialidade simples é assinado antes de qualquer informação sair da sua empresa. Os dados são usados só para a análise e não aparecem em nenhum material meu sem a sua autorização por escrito.
Quanto tempo leva o diagnóstico?
Até três semanas a partir do momento em que os dados chegam. O prazo depende da qualidade e do volume da informação disponível — quanto mais organizado o histórico, mais rápido sai.
Funciona para uma operação pequena, com poucos caminhões?
Funciona, e é justamente onde costuma dar mais resultado proporcional. O trabalho é dimensionado ao tamanho da operação: a ideia não é aplicar metodologia de multinacional fora de contexto, é encontrar o ganho que cabe na sua realidade. Com cinco caminhões, tirar uma viagem por semana já é dinheiro relevante no fim do mês.
Por que o diagnóstico é pago, se o Raio-X é grátis?
Porque são coisas diferentes. O Raio-X é uma leitura rápida em cima do que dá para ver em uma hora. O diagnóstico são semanas de análise dos seus dados reais, com o mapa completo e as oportunidades quantificadas em reais. O valor cobre esse tempo de trabalho — e é uma fração do que custa uma consultoria tradicional de vários meses.
E se eu não gostar do resultado?
Se o relatório não apontar oportunidades que somem pelo menos três vezes o valor que você investiu, em ganho ao longo de um ano, eu devolvo o pagamento. A garantia existe porque, na prática, o problema quase nunca é falta de oportunidade — é falta de alguém para achar.
Contato

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